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[370] psychotherapists on Second Life #2

30.11.08
(clicar na foto para ver melhor)

[369] psychotherapists on Second Life #1

(clicar na foto para ver melhor)

[368] Experiments on Second Life III

28.11.08
Google decidiu fechar o Lively in Google Labs dando-o por «discontinued at the end of December», após somente 4 meses de existência.

Lêem-se boatos de perda de interesse dos cibernautas pelo Second Life , como se pode constatar analisando o seu historial de tráfego diário. Parece que a crise económica e financeira também está a atingir os linden dollars, a moeda usada no SL.
Com mais de 16 milhões de utentes, e respectivos avatares, diz-se que:


Second Life non sta morendo ma la curiosità e l'eccitazione degli utenti sono scomparsi. La gente è stanca di sprecare centinaia di ore guadagnando quantità insignificanti di denaro, di sperimentare il cambio di sesso o di specie, di intraprendere conversazioni random con sconosciuti o meglio ancora di fare dello pseudo sesso.


Pois. Como em tudo na vida: a tesão da turba passa depressa... Esperemos que sobre o que de melhor se pode criar e experimentar com ferramentas como o SL: friendship e networking. Pela minha parte, nasci no Sl em Outubro, baptizei-me Otnicaj Foxtrot e, em breve, iniciarei com alguns colegas experiências de formação e de consulta psicoterapêutica. Veremos.

[367] Experiments on Second Life II


[366] Experiments on Second Life I


[365] Leituras terminadas

«Ernest adorava fazer psicoterapia. Dia após dia, os seus pacientes convidavam-no a entrar nos recantos mais íntimos das suas vidas. Dia após dia, confortava-os, preocupava-se com eles, aliviava o seu desespero. E, em troca, era admirado e acarinhado. E também pago, apesar de pensar com frequência que, se não precisasse do dinheiro, faria psicoterapia de graça. Feliz aquele que ama o seu trabalho. E Ernest sentia-se realmente afortunado. Mais do que afortunado. Abençoado. Era um homem que encontrara a sua vocação, um homem que poderia dizer: Estou precisamente onde pertenço, no vórtice dos meus talentos, dos meus interesses e das minhas paixões.Não era um homem religioso. Mas quando abria diariamente a sua agenda de marcações e via os nomes das oito ou nove pessoas estimadas com que passaria o dia, sentia-se tomado por uma sensação que apenas podia descrever como religiosa. Nesses momentos, apossava-se dele um desejo de agradecer a alguém ou a alguma coisa por ter sido conduzido à sua vocação».

Yalom, I. (1996). Lying on the Couch. Harper Collins Publishers. [Mentiras no divã. Edições Saída de Emergência, 2007, pág. 13 (tradutor: Renato Carreira)].

[364] I am... Sasha Fierce

Beyoncé Knowles tem novo trabalho: «I am... Sasha Fierce», de que destaco «If I were a Boy».

If I were a boy
I think i could understand
How it feels to love a girl
I swear i'd be a better man
I'd listen to her
Cause I Know how it hurts
When you lose the one you wanted
Cause he's taken you for granted
And everything you
had got destroyed

Ainda que não se goste do tipo de música - mas o tema referido até é jeitoso -, há sempre a possibilidade de apreciar a intérprete... que o desdém pela primeira não ofusque o apreço pela segunda. Dotes inegáveis. Para além do mais, como se comprova pela letra do refrão, a senhora sofre.

[363] Leituras em progressão

Irvin D. Yalom (2008). De olhos fixos no Sol. Lisboa. Saída Emergência.
Uma reflexão sobre o morrer - e, implicitamente, sobre o viver - desafiando a máxima de La Rochefoucald: «Nem a morte nem o sol podem ser olhados de frente».

Para alguns, o medo da morte manifesta-se apenas indirectamente, como intranquilidade generalizada ou disfarçada de sintoma psicológico; outros sentem uma angústia, explícita e constante acerca da morte, bem consciente e que não os deixa nunca; e depois há ainda aqueles para quem o medo da morte se torna um terror que lhes nega a felicidade e a realização pessoal.
Um caminho possível parece ser o de tomar consciência de que tudo tende para um fim (e que ofim está já presente no início), desconstruindo os «símbolos de imortalidade» (Ernest Becker) que conduzem à negação da morte como experiência antropológica.

[362] Continuo a atender aqui



Depois da experiência fantástica com o Cuidado de si, interrompida logo a seguir ao nascimento do Afonso, terá chegado a hora de a prosseguir com renovado entusiasmo e inspiração? A ver vamos. Alguns amigos, leitores anónimos e pacientes foram perguntando pelas minhas bloguices, durante o interregno de cerca de dois anos: «Então, não se actualiza o Cuidado de Si?».

Recomeço com entusiasmo renovado, mas incerto quanto à persistência. Quis mudar o nome e recomeçar noutro local porque tudo na vida evolui. Decidi, porém, voltar às origens dando assim continuidade à experiência anterior. A finalidade é idêntica: olhar para o que acontece, experimentando-o, registando-o e produzindo actos de significado... não é isto, no fundo, o cuidado de si?
Actos de significado é, talvez alguns saibam, o título de uma obra do psicólogo cognitivista Jerome S. Bruner (1915- ) - um dos homens da frente do movimento da psicologia cultural - o qual assevera que a criação de significado para tudo o que nos rodeia (acontecimentos triviais ou à escala global, relações íntimas ou sociais, sentido quotidiano ou sentido último, produções culturais ou desportivas) é a mão que modela o mundo. Procurarei, por isso, modelar o meu mundo e de quem me rodeia mediante mensagens («postas») como actos de significado.

A imagem que acompanha este recomeço é do artista plástico Juan Muñoz, a cuja obra fui iniciado pelo Aníbal H., amigo e colega de profissão. São dois humanos sentados em cadeiras pregadas à parede. Em diálogo animado. Criam significado. Há pessoas em trânsito entre os pólos comunicativos: são os protagonistas das nossas histórias, os co-criadores das nossas experiências, destinatários e rementes dos nosso afectos, desejos e necessidades, projectos. Enfim, pessoas com quem criamos e partilhamos este mundo em que nos movemos.

Se quiserem voltar a ser leitores assíduos e participativos, façam favor. Serão bem-vindos, como sempre.


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