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[325] vida

21.9.05
Eu hei-de plantar uma árvore, agora que me nasceu um filho e que também já publiquei. Um livro, uma árvore, um filho: dizem que é o trio da maturidade! E eu que me sinto tão distante dela! Um filho: há qualquer coisa de misterioso e de imerecido no facto de uma vida frágil e inepta nos ser colocada nos braços para cuidarmos dela . Os movimentos que se fizeram, ainda que motivados pelo amor, são pouco para justificar tamanha oferta. Ou então não. E nesse caso a extrema acessibilidade à geração de vida é tão somente um gravoso convite à responsabilidade e ao amor. No início da vida, no meio e no fim.

[324] mal setembrino

Um mal tipicamente setembrino que afecta muita gente desprevenida é a «depressão pós-Verão». O trimestre Maio-Junho-Julho, na melhor das hipóteses, foi passado a projectar realisticamente o tempo de férias; mas na maioria - e no pior - dos casos, costumamos sonhar as férias como uma espécie de tempo de redenção de tudo o que não vivemos durante o ano: libertados das amarras da rotina profissional e familiar, sonhamos poder dedicar-nos aos livros que não lemos, aos lugares que não visitámos, à serenidade que não alcançámos, aos afectos que não nutrimos, aos relacionamentos que desleixámos. Projectamos, assim, em Agosto – o mês é uma verdadeira metáfora – a capacidade das férias nos devolverem aquele pedaço de paraíso perdido ao longo do ano. Mas Setembro, quando chega, traz consigo uma dose notável de desilusão aos incautos restauradores de paraísos: os livros foram deixados a meio, os lugares afinal não trouxeram o entusiasmo esperado, a serenidade desaparece assim que se deixa o local de trabalho, os afectos desesperaram por nutrimento e, sobretudo, os relacionamentos, não habituados a vinte e quatro consecutivas on line, entraram numa espécie de espiral de desafeição e ruptura. Chegou o mal setembrino.

[323] Leia-se...

9.9.05
- os posts do Blue Everest: um excelente guia de viagem, um regalo para os olhos... quando as palavras são insuficientes para descrever a beleza do mundo e das pessoas;
- no Abrupto: sobre o Katrina, Bush e a obsessão anti-americana;
- no Sentidos Percebidos: sobre parolos e implosões;
- no Blasfémias: sobre a verdade, a ficção e o jornalismo empenhado em Portugal;

[322] só uma perguntinha de esclarecimento...

O governo, parece óbvio, não pode ser responsabilizado (ou pode?!) pela maior ou menor eficácia no combate aos incêndios que queimaram Portugal em Julho/Agosto (dado que o plano de combate vinha do governo anterior). Mas tudo leva a crer, ainda que não afirmado claramente, que é responsável pelo ilusório crescimento da economia em o,5% relativamente ao segundo trimestre do ano (Abril, Maio, Junho). Mas o terceiro trimestre (Julho/Agosto/Setembro) não vem depois do segundo?

[321] obrigado...

8.9.05
... a todos os que por aqui passaram a dar parabéns e aos que, não passando, se alegraram com mais este milagre tão normal da vida!

[320] efemérides do dia 6 de Setembro

7.9.05


Da LUSA, quanto segue:
Hoje é terça-feira, dia 6 de Setembro, ducentésimo trigésimo nono dia do ano. Faltam 116 dias para o final de 2005. Este dia é dedicado a Santo Eleutério e S. Magno. Nos céus, a Lua encontra-se na Fase Crescente. Quarto Crescente, dia 11, às 11:37. O Sol nasceu às 07:09 e o ocaso regista-se às 20:06. No porto de Lisboa, a preia-mar verificou-se às 04:33 e de novo às 16:48, a baixa-mar, às 10:15 e às 22:37.

Os nascidos nesta data pertencem ao signo Virgem, destacando-se o cientista inglês John Dalton, que desenvolveu a teoria atómica da matéria (1766), o financeiro e diplomata norte- americano Joseph P. Kennedy (1888), o músico Roger Waters, dos Pink Floyd (1944), e a actriz Jane Curtin (1947). Em 1998 morria o cineasta japonês Akira Kurosawa.

Nesta data, em 1951, era assinado o primeiro acordo sobre a Base das Lajes. Em 1968, na sequência de uma queda, Salazar era afastado do Governo. Em 1972, recomeçavam os Jogos Olímpicos de Munique, após 80 mil pessoas terem prestado tributo aos 11 atletas israelitas mortos pelo comando terrorista Setembro Negro.

Em 1976, a Organização de Libertação da Palestina (OLP) era admitida como membro pleno da Liga Árabe. Em 1978, Menachem Begin e Anwar Sadat iniciavam o processo de paz em Camp David, Maryland. Em 1985, Amália Rodrigues era galardoada, em Paris, pelo ministro francês da Cultura, Jack Lang, com o grau de Comendador das Artes e Letras. No mesmo dia, o cineasta Manoel de Oliveira recebia o Leão de Ouro especial no Festival de Cinema de Veneza.

Em 1986, cinco homens armados atacavam uma sinagoga em Istambul, matando 20 pessoas e, três anos mais tarde, uma equipa liderada pelo cirurgião Gentil Martins separava com êxito duas gémeas siamesas bebés, ligadas pelo abdómen.

Em 1991, Gorbachov reconhecia a independência das repúblicas bálticas - Estónia, Lituânia e Letónia - e, em 1992, Álvaro Cunhal confirmava, na festa do Avante, a sua substituição como secretário-geral do PCP. Em 1997, as películas portuguesas "Parabéns", de João Pedro Rodrigues, e "Ossos", de Pedro Costa, eram distinguidas no Festival de Cinema de Veneza.

Em 2002, 123 mil doentes em lista de espera começavam a ser distribuídos pelos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, no âmbito do Programa de Combate às Listas de Espera (PECLEC).

Nos EUA, um scanner registava pela primeira vez a actividade cerebral de fetos reagindo a estímulos luminosos exteriores ao ventre materno.

Em 2003, a União Europeia incluia o Hamas na lista das organizações terroristas e o primeiro-ministro palestiniano, Mahmoud Abbas, apresentava a demissão a Yasser Arafat, presidente da Autoridade Nacional Palestiniana.

Em 2005, no Bloco Operatório da Maternidade Alfredo da Costa, nascia, após cesariana, Afonso Vilarinho Serra, de quem segue foto.


[319] há um tempo para se nascer...

6.9.05
(anne geddes)

Filho, quando abrires os olhos: isto é o mundo e as pessoas!
Sê bem-vindo!

[318] 6 de setembro de 2005

(anne geddes)

[317] sobre a liberdade de expressão

3.9.05
Amiúde gosto de citar anarcas. Não que defenda as concretizações das suas ideias, mas porque estas têm o condão de nos espevitarem a alma, despertando-nos do sopor que a rotina nos impõe

«O exercício da liberdade de expressão é presentemente desnaturado sobretudo pelo progresso técnico da manipulação de massas, pela publicidade, pela propaganda, pela comunicação, pela informação, pela espectacularização do vivido, que almejam subjugar ao poder do dinheiro e ao dinheiro do poder uma consciência humilhada pelo medo e um pensameto votado à indigência e à auto-censura. Só pode ser restaurado lutando por uma sociedade mais humana».

(Raoul Vaneigem, Rien n'est sacré, tout peut se dire, Éditions La Découverte, Paris, 2003; trad. it. Niente è sacro, tutto si può dire. Riflessioni sulla libertà di espressione, Ponte alle grazie, Milão, 2004)


(Quadro: Jade Freedom by Gwen McDougall)

[316] parabéns...



à Small Blue Thing! La Campana de Cristal faz um ano de vida!

[315) Afinal...

1.9.05
parece que «We have [...] more beginnings». Ainda bem!


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