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[66] A LER

A laicidade, é o sexo - editorial da revista PSYCHOLOGIES do mês de Dezembro. Nele, Jean-Louis Servan-Schreiber, propõe a questão da sexualidade como critério que permite distinguir entre a religiosidade amadurecida e a religiosidade fundamentalista. Diz ele que

A linha de separação entre quem faz uma busca pessoal e aqueles que querem impor a própria perspectiva ao próximo e aos concidadãos é fácil de traçar: passa pela sexualidade. Todos os fundamentalismos, quer se baseiem na Bíblia ou no Corão, têm como neurose obsessiva comum a regulamentação da vida sexual de todos: codificação das práticas íntimas, anátema contra a homossexualidade, controlo dos úteros, obsessão pela pureza...
Pelo contrário, aqueles que encetaram uma busca espiritual, praticam todas as asceses que lhes convém, mas não se dão ao direito de a imporem aos outros.
Nos começos do século XX, a laicidade era o anti-clericalismo. No começo do século XXI, a laicidade é o reconhecimento da autonomia sexual de cada um.

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Querido Deus: e-mails enviado para o Céu – trabalho apresentado na mesma revista. Ou como «escrever» a Deus utilizando as novas tecnologias informáticas. Os títulos de cada e-mail são sumarentos:

Obrigada, por me teres feitor mulher - Nawal (32 anos, marroquina), responsável pela comunicação interna de um banco.
Chamo-me Martine, nua, na Tua presença - Martine (44 anos, francesa), assistente de direcção.
O que se passa conTigo? - Paule (31 anos, canadiana), operadora de televisão.
Eu não acredito na Vossa existência - Evelyne (49 anos, francesa), pintora.
Durante muito tempo, detestei-te - Jacques (36 anos, francês), pintor.
Toda a minha vida naveguei em busca de Deus – Christophe (42 anos, francês), piloto de avião.
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8:43 da tarde

Está bem apanhada essa da laicidade ser o sexo. Os clérigos, os educadores religiosos, os crentes... deviam ler isso. Se se interrogassem, talvez ficassem mais inseguros nas suas opções, tão inseguros quanto livres.    



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