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[56] Rapidinhas sobre o eixo do mal

Inspirarem-se em Marcelo Rebelo Sousa, com ironia, não é propriamente um ponto forte. Tanto mais que é a estratégia utilizada pelo Barnabé Rebelo De Sousa. Será por encarnar a predominância do Daniel Oliveira?

No programa desta madrugada, Clara Ferreira Alves, enquanto defendia com convicção a inocência de Carlos Cruz, zangou-se com alguns jornalistas, que tiveram e continuam a ter «comportamentos delinquentes» em relação aos arguidos do caso Casa Pia. Disse palavras certas e, em larga medida, até, óbvias na indignação. Esqueceu-se, porém, que nenhuma justiça se baseia em convicções. Só a da turba exaltada.

Os cinco protagonistas, não obstante a argúcia das intervenções, parecem peixinhos vermelhos num aquário: nunca se tocam, não polemizam entre si, não discordam. Estão nos antípodas do A quadratura do círculo e de quanto diz G. Steiner:
«Sou um espírito dialéctico e, sob muitos aspectos, hegeliano [...]; há na reconciliação [...] um nada da sombra de um certo tédio» (A. Spire e G. Steiner (2003). Barbárie da Ignorância, Lisboa. Fim de Século, 81).
Esperemos pelos próximos episódios.

Daniel é o dominador; Mexia, o ponderado; Júdice, o arguto, apesar das dificuldades na fluência discursiva; Clara, aquela que mais põe as emoções ao serviço das suas ideias (ambas excelentes, de resto); o apresentador limita-se a gerir as intervenções e as imagens e melhorou muito do primeiro para o último programa (menos ansioso e abrupto na mudança de temas).

A não perder.
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