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[24] Molière tinha razão

BUONA NOTTE!
Há dias assim: um cliente a resmungar e a mentir, uma avaria no velhinho Clio, uma discussão inútil com quem se gosta. A dose podia vir, justamente, doseada. Hoje, a discussão, amanhã a avaria, depois de amanhã a resmunguice. Enfim, tudo menos várias doses no mesmo dia. Hoje foi um concentrado.

Dou por mim, ao cair do pano, a recompor os fragmentos de um dia exigente e fracturante. Também isto é cura di sé: recompor os cacos, dar sentido aos conflitos, integrar o fracasso. Escolhi como corolário uma frase de Molière (Le Médecin Malgré Lui, 1666-1667) que encontrei num incipit de um capítulo de um livro sobre as emoções:

«[...] Devemos
examinar-nos por muito tempo
antes de pensarmos em condenar
os outros»
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4:35 da tarde

"Devemos examinar-nos por muito tempo antes de pensarmos em condenar os outros" - está bem. Mas quando é assim, por vezes acabamos por nos condenarmos a nós próprios. Ou não? Quem se examina muito, perde-se em labirintos. Digo isso porque é o que costuma acontecer comigo. Acho. E eu sou o que estou mais à mão do meu pensamento.    



4:38 da tarde

Quem se examina muito, como preconiza Molière, não corre o risco de se perder nos seus labirintos?    



10:32 da tarde

Não é necessariamente mau perder-se nos labirintos. De resto, os que conheço são todos finitos.
Examinar o próprio labirinto significa dar sentido ao que se é, traçar um mapa das tentativas e dos erros, significa conhecer-se e experimentar-se enquanto se vai conhecendo e experimentando o mundo que nos rodeia.    



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