<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d8680301\x26blogName\x3dcuidado+de+si\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://curadise.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://curadise.blogspot.com/\x26vt\x3d6413740273964997763', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

[357] Terra das origens

(d. wilson, le village, aix-en-provence)

E enfim voltaste, sete anos depois
voltaste à terra das origens. As luzes
da cidade irreais e irreais as ruas
estreitas. Abandonar-se à poesia
seria despropositado. Visita-te
o passado, estás de novo
sentado na esplanada do Grillon
e sorris, tranquilamente sorris.
Venceste a batalha, não morreste.
Não te derrotaram o desamor, nem
as decepções da amizade, se existiram.
Cresceste e agora, na cidade idílica,
saboreias os minutos, os segundos.
Ao teu lado, no café, os rapazes e
as raparigas que tomaram conta
dos lugares, eles ignoram que a cidade
te pertence como nada mais te pertence,
que entre ti e ela há uma relação antiga
que só a morte a romperá! Confundem-se
o passado e o presente no teu espírito, os
fantasmas dos desaparecidos atormentam
por momentos a tua paz. Ou querem
atormentá-la, mas tu não deixas, hoje
não, estar de volta à cidade, ao lugar
de habitação, protege-te de todos
os infortúnios. Ausentou-se a amada,
mas sem ela, apesar de tudo, és feliz.
E a outra, aquela que nunca mais
voltaste a ver (pelas ruas da cidade
andaste com ela de mãos dadas), volta
também ao teu espírito. Como se fosse
hoje, e agora, e não tivessem morrido
nos dias e nos anos os nossos devaneios.

(j. camilo, escrito em Aix-en-Provence no ano de 1996)
« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

2:02 da tarde

¿Cómo sería? ¿"Narrar o campo"? :)

bt    



8:37 da tarde

Muito fraquinho, você é mesmo muito
chato, mas não lhe falta orgulho !!

Repita com Ginsberg:

Shit machine shit machine
I'm an incredible shit machine
Piss macine Piss machine
Inexhaustible pis machine

EN    



10:26 da tarde

O comentário anterior tem um grau elevado de erudição que é inversamente proporcional à coragem do seu autor: a capa do anonimato é apanágio de quem tem um pequeno feijão no lugar do cérebro.    



» Enviar um comentário


Site Meter Listed on Blogwise Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons License.