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[8] DEUS E O TOTOLOTO


Uma citação de que gosto para descrever a minha (nossa) auto-suficiência sisifiana. Vem de HANNS CORNELISSEN (filósofo e teólogo) e é uma carapuça que cabe na cabeça de muitos de nós.

É certo que na nossa época a questão de Deus passou de moda. A esperança de muitas pessoas já não se volta para a eternidade, mas antes para o pagamento atempado do seu seguro de vida. O mundo dos bens lançou as suas iscas, e as pessoas, como seres necessitados e dignos de abastecimento, orientam-se pelas promessas da sociedade de consumo, na qual vence aquele que morre com o maior número de brinquedos. Aqui, o mundo aparece como um labirinto e a vida como um escorrega para o nada. Talvez as pessoas passem de vez em quando rapidamente pelo supermercado esotérico e encham o seu cestinho de compras com os mantimentos para a partida, preferencialmente, com artigos de promoção irracionais.No entanto, também volta a crescer o número daqueles para os quais parece não ser concedida suficiente dignidade à vida se esta for compreendida como um subproduto de um gerador casual, em si absurdo e passageiro. Estes não impõem quaisquer limites de consumo ao seu pensamento, estando dispostos a levar o «factor Deus» pelo menos tão a sério como os números do totoloto sorteados aos sábados.
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